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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sérgio Telles

Sérgio Barcellos Telles é um pintor e diplomata brasileiro, nascido em 1936 no Rio de Janeiro. Começou a pintar aos nove anos de idade na quinta da Boa Vista, RJ.
Em 1954, Sérgio Telles participou pela primeira vez do Salão Nacional de Belas Artes. Posteriormente, obteve vários prêmios nos salões da Sociedade Brasileira de Belas Artes, Associação de Artistas Brasileiros, foi inclusive agraciado com uma viagem à Bahia. No ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro.
Em 1957, Sérgio Telles viajou para a Europa e visitou os principais museus na Itália, França, Holanda e Portugal. Naquele mesmo ano, na condição de estagiário, prestou serviços de restauração na Pinacoteca do Vaticano.
Em 1964, ingressou no Ministério das Relações Exteriores por concurso público e, como diplomata, exerceu diversas funções no Brasil e em países como Portugal, Argentina, Angola, Japão, França, Malásia, Líbano, Suíça e Tunísia. Aposentou-se como ministro de primeira classe da carreira de diplomata, regressando ao Brasil em 2006. Como diplomata, serviu na América do Sul, Europa, África e Ásia. Foi embaixador do Brasil na Malásia (1995-1998) , no Líbano(1998-2002) e na Tunísia (2003-2006).
Atualmente, reside em São Paulo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sebastião Salgado

O fotógrafo brasileiro Sebastião Ribeiro Salgado nasceu na cidade de Aimorés, localizada no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, no dia 8 de fevereiro de 1944. Graduado em Economia, ele trabalhou no Ministério da Economia, em 1968.

Devido a perseguições políticas empreendidas pela Ditadura Militar, ele foi obrigado a buscar asilo político em Paris, em 1969. Lá, ele completou o doutorado em Economia, em 1971.

 Ao completar 29 anos, em uma viagem à África, levando consigo uma máquina fotográfica de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, ele teve seu encontro definitivo com a fotografia.

Sebastião descobre no trabalho fotográfico a melhor forma de enfrentar os acontecimentos planetários, principalmente em seus aspectos econômicos. É seguindo por este caminho que ele se transforma em um dos principais e mais venerados fotógrafos da atualidade, no campo do fotojornalismo.

Adepto das fotos em branco e preto, Sebastião Salgado voltou para Paris, em 1973, dando início à sua trajetória nesta nova profissão.

Sebastião passou pelas principais agências fotográficas da Europa – a Gamma, em 1974, registrando imagens sobre a Revolução dos Cravos, em Portugal; a Sygma, de 1975 a 1979, através da qual ele transitou por mais de vinte países, fazendo a cobertura dos mais variados acontecimentos; a Magnum Photos, em 1979, cooperativa instituída por Robert Capa e Henri Cartier-Bresson, entre outros fotógrafos, na qual realizou a fantástica sequência de fotos documentais sobre camponeses latino-americanos, durante sete anos.

Lançou diversos livros:

·         Trabalhadores (1996)
·         Terra (1997)
·         Serra Pelada (1999)
·         Outras Américas (1999)
·         Retratos de Crianças do Êxodo (2000)
·         Êxodos (2000)
·         O Fim do Pólio (2003)
·         Um Incerto Estado de Graça (2004)
·         O Berço da Desigualdade (2005)
·         África (2007)
·         Gênesis (2013)

O próximo tema a que ele se dedicou, de 1993 a 1999, foi o da emigração massiva de pessoas no mundo todo, dando origem à obra Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, de 2000, ambos alcançando grande sucesso mundial.

A série Êxodos reúne seis anos de trabalhos realizados em viagens a 40 países, retratando histórias de pessoas que foram obrigadas a deixar a terra natal fugindo da pobreza, da repressão ou das guerras.

Na introdução de Êxodos, escreveu:

"Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas [...]".


Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco, o respeito de Sebastião Salgado pelo seu objeto de trabalho e sua determinação em mostrar o significado mais amplo do que está acontecendo com essas pessoas criou um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental de toda a humanidade ao mesmo tempo em que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, pobreza e outras injustiças.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Casa Miguel Magone

Atividade realizada pelos alunos da Casa Miguel Magone após visita realizada no Museu Inimá de Paula!
É bom saber que o trabalho não acaba quando termina a visita!